Primeiro-ministro manifesta disponibilidade para negociar pacote laboral mas deixa aviso
Luís Montenegro avisa que "essa aproximação" só será possível se a iniciativa for viabilizada na generalidade.
O primeiro-ministro manifestou hoje, em resposta ao Chega, a disponibilidade do Governo para enriquecer a proposta que visa alterar a lei laboral, mas assinalou que "essa aproximação" só será possível se a iniciativa for viabilizada na generalidade.
O líder do Chega foi o primeiro a questionar Luís Montenegro no debate quinzenal desta tarde, no Parlamento, sobre se o Governo "está disponível para corrigir" a proposta em "áreas fundamentais", como os direitos das mães que amamentam, a licença para os avós ajudarem com os netos, o aumento dos dias de férias ou a valorização dos trabalhadores por turnos.
André Ventura assinalou também que à direita tem votos suficientes para aprovar alterações.
Na resposta, o primeiro-ministro disse que "há disponibilidade para afinar, concertar, enriquecer" a proposta de lei do Governo "com contributos de todos os partidos".
No entanto, Luís Montenegro assinalou que só haverá "oportunidade de fazer essa aproximação se este instrumento for viabilizado na Assembleia da República".
O primeiro-ministro admitiu que o "Governo tem disponibilidade" para olhar para algumas das exigências do Chega, incluindo a reposição dos 25 dias de férias.
O líder do Chega foi o primeiro a questionar Luís Montenegro no debate quinzenal desta tarde, no Parlamento, sobre se o Governo "está disponível para corrigir" a proposta em "áreas fundamentais", como os direitos das mães que amamentam, a licença para os avós ajudarem com os netos, o aumento dos dias de férias ou a valorização dos trabalhadores por turnos.
André Ventura assinalou também que à direita tem votos suficientes para aprovar alterações.
Na resposta, o primeiro-ministro disse que "há disponibilidade para afinar, concertar, enriquecer" a proposta de lei do Governo "com contributos de todos os partidos".
No entanto, Luís Montenegro assinalou que só haverá "oportunidade de fazer essa aproximação se este instrumento for viabilizado na Assembleia da República".
O primeiro-ministro admitiu que o "Governo tem disponibilidade" para olhar para algumas das exigências do Chega, incluindo a reposição dos 25 dias de férias.
