PS pede audição urgente de 16 entidades de setores afetados pelo aumento do custo da energia

Os deputados do PS referem que o aumento dos preços da energia "continua a produzir impactos significativos sobre as empresas, os trabalhadores e as entidades dos setores social e associativo"

Resumo IA

• O PS pediu a audição urgente de 16 entidades sobre os impactos do aumento dos custos da energia.

• O partido destaca que os efeitos variam entre setores, afetando empresas e trabalhadores.

• A audição visa avaliar a situação e adequar medidas de mitigação no curto e médio prazo.

Resumo feito por IA e revisto pela redação da Rádio Comercial

O PS pediu hoje a audição parlamentar urgente de 16 entidades que representam os setores económicos e sociais afetados pelo aumento dos custos da energia para fazer um diagnóstico das diferentes realidades e impactos e identificar eventuais medidas.

No requerimento enviado à comissão parlamentar de Ambiente e Energia, e ao qual a agência Lusa teve acesso, os deputados do PS referem que o aumento dos preços da energia "continua a produzir impactos significativos sobre as empresas, os trabalhadores e as entidades dos setores social e associativo".

"Estes impactos não se distribuem de forma homogénea entre os diferentes setores da economia e da sociedade", explica o PS no requerimento que pede a audição de 16 entidades, com caráter de urgência.

Segundo os socialistas, a diversidade das realidades "exige uma avaliação diferenciada dos impactos da crise energética e da adequação das medidas de mitigação", sendo obrigação do Parlamento "dispor de informação direta, atualizada e tão completa quanto possível sobre os efeitos concretos que estão a ser sentidos pelos diferentes setores económicos e sociais".

"A audição das entidades representativas permitirá conhecer, de viva-voz, a evolução dos custos energéticos suportados por cada setor, o respetivo peso na estrutura de custos, os impactos sobre a atividade, a competitividade, o investimento, o emprego e a prestação de serviços, bem como avaliar a adequação das medidas atualmente em vigor e identificar eventuais respostas adicionais para o curto e médio prazo", justifica o partido liderado por José Luís Carneiro.