Pulseira da seleção dedicada a Diogo Jota vai ser símbolo da luta contra o cancro

A iniciativa, que envolve a Fundação FPF, a Missão Continente e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, vai permitir angariar fundos para a Liga Portuguesa Contra o Cancro.

A pulseira entregue pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, aos jogadores da seleção nacional em homenagem ao futebolista Diogo Jota, que morreu no ano passado, será um símbolo da luta contra o cancro, anunciou esta terça-feira a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

A iniciativa, que envolve a Fundação FPF, a Missão Continente e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, vai permitir angariar fundos para a Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC).

Como revelou Vitinha, a pulseira, com as cores da bandeira nacional e os nomes dos 27 convocados por Roberto Martínez para o Mundial2026 - incluindo o de Diogo Jota - vai ser usada pelos jogadores durante a competição, que decorre desde 11 de junho até 19 de julho nos Estados Unidos, no México e no Canadá.

De acordo com a FPF, “réplicas exatas” da pulseira vão ser colocadas à venda nas lojas Continente. Cada unidade terá um preço de um euro, dos quais 50 cêntimos revertem para a LPCC.

“A ideia deste projeto solidário (…) foi proposta pelo primeiro-ministro, e dará a todos os fãs da seleção nacional a oportunidade de apoiar Portugal de forma simbólica, partilhando o mesmo adereço usado pelos atletas, enquanto contribuem para a difícil luta contra o cancro”, acrescenta a FPF.

Diogo Jota, de 28 anos, então jogador do Liverpool, e o irmão André Silva, de 25, que representava o Penafiel, morreram em 3 de julho de 2025 num acidente de viação na A52, em Cernadilla, Zamora, Espanha.