"Rage Against the Machine não tocam mais", diz o baterista
Brad Wilk clarifica o atual cenário à volta da banda de Zack de la Rocha e de Tom Morello.
Os Rage Against the Machine [RATM] podem não voltar a tocar mais ao vivo. Um dos quatro membros da banda raprocker, o baterista Brad Wilk, não está com meias-palavras sobre a pendente e adiada digressão europeia dos Rage: "enquanto vai havendo uma comunicação circunstancial de que [a turné] está para acontecer no futuro... quero que vocês saibam que os RATM (o Tim, o Zack, o Tom e eu) não vão mais fazer digressões ou tocar ao vivo".
Os Rage Against the Machine tinham adiado a digressão europeia marcada para agosto e setembro de 2022, por razões ligadas oficialmente à saúde do vocalista Zack de la Rocha, tudo indica por causa de uma lesão no joelho ocorrida a meio de um concerto em Chicago a 11 de julho de 2022 que o obrigou a terminar a atuação sentado. Essa turné europeia não mais se efetivou por razões não inteiramente explicadas.
O último concerto dos Rage Against the Machine foi a 14 de agosto de 2022 no Madison Square Garden, em Nova Iorque.
A banda foi indigitada no Rock & Roll Hall of Fame em novembro passado.
Os Rage Against the Machine fazem parte da iconografia dos anos 90, por uma mistura explosiva entre rap e rock pesado, muito em voga na época e muito antes da vaga de nu-metal. 'Killing in the Name', 'Bullet in the Head' ou 'Freedom' são alguns dos temas mais fortes dos RATM, curiosamente todos eles publicados no referencial álbum de estreia homónimo, de 1992.
