Rasgar contrato de venda de direitos do Estádio do Dragão obrigará Porto a pagar indemnização
Antigo líder dos azuis e brancos referiu que o contrato assinado poderia ser rescindido sem custos.
Ao contrário do que afirmou Pinto da Costa, o contrato assinado entre a SAD do Porto e a Ithaka, de venda de parte dos direitos económicos do Estádio do Dragão, não pode ser rescindido sem custos para os azuis e brancos.
O acordo prevê o pagamento de 65 milhões de euros no imediato por 30 anos de exploração dos direitos económicos do estádio, tendo sido assinado a poucos dias das eleições que fizeram de André Villas-Boas novo presidente do Porto.
Aquando da revelação deste negócio, Pinto da Costa, na altura líder dos azuis e brancos, garantiu que rasgar o contrato não teria qualquer custo para o Porto.
O jornal O Jogo refere este domingo que rescindir este acordo prevê a devolução dos 65 milhões de euros, bem como o pagamento de uma indemnização.
A nova direção do Porto está, de acordo com a publicação, a tentar renegociar os termos deste contrato.
