Recebe salário sem ter posto de trabalho atribuído e agora processa empresa
Funcionária queixa-se de ter sido excluída.
Durante 20 anos, Laurence trabalhou para a empresa de comunicações Orange, em França, sem ter um cargo atribuído.
Os salários foram pagos, todos os meses, mas esta mulher diz-se vítima de “assédio moral e discriminação no trabalho”.
Laurence colocou um processo em tribunal contra a Orange e denunciou a situação ao Governo e à Alta Autoridade para a Luta contra a Discriminação.
Desde 2002, altura em que pediu para ser transferida para uma outra sucursal da Orange, que Laurence deixou de ter um posto de trabalho atribuído.
A mulher tem um quadro de epilepsia, sendo que antes de 2002 tinha um cargo atribuído.
Em sentido contrário, a Orange diz que criou um posto específico para Laurence, mas que esta estava sempre de baixa médica.
