Risco de se ser mordido por um cão cresce em dias de calor
Estudo realizado nos Estados Unidos relaciona a temperatura com as atitudes dos cães.
Os cães têm tendência a morder mais no verão do que no inverno, é o que diz um estudo realizado nos Estados Unidos.
A conclusão do trabalho feito pela Harvard Medical School e pelo Spaulding Rehabilitation Hospital adianta que as mordidelas são mais frequentes em dias quentes, com mais sol e em dias com menos qualidade do ar.
Foram analisados mais de 69 mil casos de mordidelas de cães, entre 2009 e 2018, e constatou-se que os ataques tinham subido três por cento em dias de poluição atmosférica, em quatro por cento com temperaturas elevadas e onze por cento com uma forte radiação ultravioleta.
O calor faz com que os cérebros dos cães produza mais dopamina, o que pode levar a uma maior impulsividade, conclui o estudo que foi publicado a 15 de junho. O conselho é para que mantenha o amigo de quatro patas abrigado do sol e calor.
