Saiba quais os alimentos que ficaram mais caros no último ano

A polpa de tomate lidera a lista dos produtos alimentares que sofreram o maior aumento.

O preço dos alimentos continua a subir mesmo com a descida da inflação e segundo a análise da Deco Proteste, desde o início da guerra, o cabaz de 63 alimentos essenciais aumentou 24,52%. A 23 de fevereiro de 2022, um dia antes da guerra na Ucrânia ter início, um cabaz com 63 alimentos essenciais custava 183,63 euros. Quase um ano depois, a 16 de fevereiro de 2023, o mesmo cabaz custa 228,66, ou seja, mais 45,03 euros (mais 24,52%).

É o valor mais elevado desde que a Deco Proteste começou a monitorizar os preços do cabaz alimentar, a 5 de janeiro do ano passado. A polpa de tomate, o arroz carolino e o carapau lideram a lista dos produtos que mais aumentaram. No caso da polpa de tomate a subida é de mais de 61% ( há um ano custava 89 cêntimos e agora custa 1,63 euros) ; no arroz carolino a subida já chegou aos 59% e no carapau e pescada a subida foi acima de 63 por cento.

 Uma compra onde se junte um quilo de salmão, pescada, carapau, peixe-espada-preto, robalo, dourada, perca e bacalhau, pode agora custar mais de 76 euros. Já na carne, os aumentos podem ser superiores aos 20% na maioria dos produtos analisados.

Em www.deco.proteste.pt/poupar-crise encontra informação sobre como poupar em várias áreas do dia-a-dia.