Sala de partos do Santa Maria encerra hoje para obras
A atividade ficará concentrada no Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa.
A sala de partos do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, encerra hoje para obras e a atividade ficará concentrada no Hospital de São Francisco Xavier, uma solução que o ministro da Saúde, Manuel Pizarro, considerou inevitável perante a dimensão do investimento.
Em causa estão as obras de remodelação e ampliação do departamento de ginecologia e obstetrícia do Santa Maria, orçadas em cerca de seis milhões de euros e que vão permitir ao hospital dispor da maior maternidade do país.
Após a conclusão das obras, o bloco de partos do Hospital Santa Maria vai ter capacidade para realizar mais 1.500 partos anualmente face aos atuais cerca de 2.900.
Os médicos do serviço de obstetrícia e ginecologia do Hospital de Santa Maria estão a partir de hoje em regime de mobilidade, podendo trabalhar no Hospital São Francisco Xavier até final de março de 2024, devendo ter assegurado "o transporte entre o Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN) e o edifício materno infantil do Hospital de São Francisco Xavier, sempre que solicitado, e considerado o tempo de deslocação como tempo de trabalho".
Este processo não tem sido pacífico, tendo já levado ao afastamento do diretor de obstetrícia, ginecologia e medicina de reprodução do Hospital de Santa Maria, Diogo Ayres de Campos, uma decisão que a administração do CHULN justificou com a "forma reiterada" como o médico tinha "colocado em causa o projeto de obra e o processo colaborativo com o Hospital São Francisco Xavier".
Em causa estão as obras de remodelação e ampliação do departamento de ginecologia e obstetrícia do Santa Maria, orçadas em cerca de seis milhões de euros e que vão permitir ao hospital dispor da maior maternidade do país.
Após a conclusão das obras, o bloco de partos do Hospital Santa Maria vai ter capacidade para realizar mais 1.500 partos anualmente face aos atuais cerca de 2.900.
Os médicos do serviço de obstetrícia e ginecologia do Hospital de Santa Maria estão a partir de hoje em regime de mobilidade, podendo trabalhar no Hospital São Francisco Xavier até final de março de 2024, devendo ter assegurado "o transporte entre o Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN) e o edifício materno infantil do Hospital de São Francisco Xavier, sempre que solicitado, e considerado o tempo de deslocação como tempo de trabalho".
Este processo não tem sido pacífico, tendo já levado ao afastamento do diretor de obstetrícia, ginecologia e medicina de reprodução do Hospital de Santa Maria, Diogo Ayres de Campos, uma decisão que a administração do CHULN justificou com a "forma reiterada" como o médico tinha "colocado em causa o projeto de obra e o processo colaborativo com o Hospital São Francisco Xavier".
