Sanchéz em Ceuta para avaliar crise migratória sem precedentes
Nos últimos dias, milhares de pessoas entraram em Ceuta por via terrestre ou a nado.
O primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sánchez, estará esta sexta-feira em Ceuta, enclave espanhol no norte de África, para avaliar no terreno a situação provocada pela entrada ilegal de milhares de pessoas provenientes de Marrocos.
Na cidade autónoma espanhola também vai estar o ministro da Administração Interna, Fernando Grande-Marlaska.
Nos últimos dias, milhares de pessoas entraram em Ceuta por via terrestre ou a nado, numa crise migratória sem precedentes nos últimos cinco anos, que provocou o caos na fronteira e levou ao colapso dos serviços de acolhimento da cidade.
Na quinta-feira, Sánchez afirmou que o Governo está empenhado em dar uma resposta imediata à situação e estava a preparar todas as medidas necessárias para restabelecer a normalidade o mais rapidamente possível.
Tanto Espanha como Marrocos atribuíram esta crise migratória em Ceuta a redes de tráfico humano e garantiram a boa cooperação entre os dois países.
Espanha partilha com Marrocos fronteiras marítimas e também terrestres, nas cidades de Ceuta e Melilla, que são também as únicas fronteiras terrestres da União Europeia com África.
Na cidade autónoma espanhola também vai estar o ministro da Administração Interna, Fernando Grande-Marlaska.
Nos últimos dias, milhares de pessoas entraram em Ceuta por via terrestre ou a nado, numa crise migratória sem precedentes nos últimos cinco anos, que provocou o caos na fronteira e levou ao colapso dos serviços de acolhimento da cidade.
Na quinta-feira, Sánchez afirmou que o Governo está empenhado em dar uma resposta imediata à situação e estava a preparar todas as medidas necessárias para restabelecer a normalidade o mais rapidamente possível.
Tanto Espanha como Marrocos atribuíram esta crise migratória em Ceuta a redes de tráfico humano e garantiram a boa cooperação entre os dois países.
Espanha partilha com Marrocos fronteiras marítimas e também terrestres, nas cidades de Ceuta e Melilla, que são também as únicas fronteiras terrestres da União Europeia com África.
