TAP: Pedro Nuno Santos assume "todas as responsabilidades" políticas enquanto ministro
O jornal o SOL noticia hoje que Pedro Nuno Santos aceitou as condições da ex-CEO da TAP Christine Ourmières-Widener de manter funções noutras empresas.
O secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, assumiu hoje toda a responsabilidade política do que se passou na TAP, dossiê que geriu enquanto ministro das Infraestruturas.
"Eu assumo todas as responsabilidades no que diz respeito à TAP (...) Aquilo que verdadeiramente interessa do ponto de vista da responsabilização política é que eu assumo a responsabilidade política, enquanto ministro, de tudo o que se fez na TAP e é isso que é verdadeiramente importante", afirmou o socialista no final de uma visita ao CEiiA -- Centro de Engenharia e Desenvolvimento, em Matosinhos, no distrito do Porto.
Questionado pelos jornalistas sobre a notícia do jornal o SOL que hoje adianta que Pedro Nuno Santos aceitou as condições da ex-CEO da TAP Christine Ourmières-Widener de manter funções noutras empresas, e que isso ficou previsto no contrato da gestora, o dirigente socialista vincou que o contrato foi feito com equipas jurídicas das duas partes.
"O contrato é feito com as equipas jurídicas tanto da anterior CEO como da TAP, a equipa jurídica da TAP. É importante que nós tenhamos essa consciência", frisou.
E insistiu: "O contrato foi redigido por equipas jurídicas, o que quer dizer que diferentes equipas jurídicas têm interpretações também diferentes sobre o que ali foi feito e, portanto, estão todos a partir do pressuposto de que a acumulação daqueles cargos é ilegal, eu não tenho essa certeza".
Apesar da insistência dos jornalistas sobre o contrato de Christine Ourmières-Widener, o socialista afirmou que a TAP vai ser usada ao longo da campanha para as eleições legislativas de 10 de março, considerando, porém, que o mais relevante é que uma empresa que dava prejuízo e que estava falida passou a ser saudável e a dar lucro.
Segundo o secretário-geral do PS, isso é um benefício para o Estado e para os contribuintes, porque se a TAP tivesse fechado haveria um "prejuízo brutal" na economia portuguesa.
"Nós estamos a falar de uma das empresas mais importantes da economia portuguesa. O Governo português decidiu, em bom tempo, intervencionar e salvar essa empresa", concluiu.
A ex-presidente executiva da TAP foi exonerada por justa causa, em abril de 2023, no seguimento da polémica indemnização de meio milhão de euros à antiga administradora Alexandra Reis, que levou à demissão do então ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, e do seu secretário de Estado Hugo Mendes, e à constituição de uma comissão parlamentar de inquérito à gestão da companhia aérea.
"Eu assumo todas as responsabilidades no que diz respeito à TAP (...) Aquilo que verdadeiramente interessa do ponto de vista da responsabilização política é que eu assumo a responsabilidade política, enquanto ministro, de tudo o que se fez na TAP e é isso que é verdadeiramente importante", afirmou o socialista no final de uma visita ao CEiiA -- Centro de Engenharia e Desenvolvimento, em Matosinhos, no distrito do Porto.
Questionado pelos jornalistas sobre a notícia do jornal o SOL que hoje adianta que Pedro Nuno Santos aceitou as condições da ex-CEO da TAP Christine Ourmières-Widener de manter funções noutras empresas, e que isso ficou previsto no contrato da gestora, o dirigente socialista vincou que o contrato foi feito com equipas jurídicas das duas partes.
"O contrato é feito com as equipas jurídicas tanto da anterior CEO como da TAP, a equipa jurídica da TAP. É importante que nós tenhamos essa consciência", frisou.
E insistiu: "O contrato foi redigido por equipas jurídicas, o que quer dizer que diferentes equipas jurídicas têm interpretações também diferentes sobre o que ali foi feito e, portanto, estão todos a partir do pressuposto de que a acumulação daqueles cargos é ilegal, eu não tenho essa certeza".
Apesar da insistência dos jornalistas sobre o contrato de Christine Ourmières-Widener, o socialista afirmou que a TAP vai ser usada ao longo da campanha para as eleições legislativas de 10 de março, considerando, porém, que o mais relevante é que uma empresa que dava prejuízo e que estava falida passou a ser saudável e a dar lucro.
Segundo o secretário-geral do PS, isso é um benefício para o Estado e para os contribuintes, porque se a TAP tivesse fechado haveria um "prejuízo brutal" na economia portuguesa.
"Nós estamos a falar de uma das empresas mais importantes da economia portuguesa. O Governo português decidiu, em bom tempo, intervencionar e salvar essa empresa", concluiu.
A ex-presidente executiva da TAP foi exonerada por justa causa, em abril de 2023, no seguimento da polémica indemnização de meio milhão de euros à antiga administradora Alexandra Reis, que levou à demissão do então ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, e do seu secretário de Estado Hugo Mendes, e à constituição de uma comissão parlamentar de inquérito à gestão da companhia aérea.
