Taxa de poupança das famílias recua no segundo trimestre

A taxa de poupança das famílias recuou para 12,1% do rendimento disponível no segundo trimestre deste ano. Era de 12,4% no trimestre anterior.

Resumo IA

• O INE revelou que a taxa de poupança das famílias caiu para 12,1% no segundo trimestre de 2026.

• O Rendimento Disponível Bruto aumentou 1,4%, enquanto a despesa de consumo final subiu 1,7%.

• A capacidade de financiamento das famílias fixou-se em 4,1% do PIB, refletindo a redução da poupança.

Resumo feito por IA e revisto pela redação da Rádio Comercial

A taxa de poupança das famílias recuou para 12,1% do rendimento disponível no segundo trimestre de 2026, face a 12,4% no trimestre anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Segundo o INE, o crescimento do Rendimento Disponível Bruto (RDB), conjugado com o aumento de 1,7% da despesa de consumo final (1,3% no trimestre precedente), determinou uma taxa de poupança das famílias de 12,1%.

O RDB das famílias aumentou 1,4% face ao trimestre anterior, de acordo com o gabinete de estatísticas, "como resultado do crescimento de 1,6% das remunerações, secundado pelos aumentos do Valor Acrescentado Bruto (VAB) e das prestações sociais recebidas".

Já a capacidade de financiamento das famílias fixou-se em 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB), menos 0,2 p.p. que no trimestre precedente e que no trimestre homólogo. Este resultado refletiu a "redução da Poupança e o aumento da Formação Bruta de Capital", explica o INE.