Tiago Nacarato mostra "Não Sabia o Desamor", o novo álbum
O cantor e compositor anuncia concertos para celebrar 10 anos e carreira.
Tiago Nacarato apresentou esta sexta-feira (10 de abril) o terceiro álbum de originais, que chega com o título “Não Sabia o Desamor”.
O novo registo "revela uma nova etapa na trajetória do artista, marcada por uma abordagem mais intimista e profundamente emocional. 'Não Sabia o Desamor' assume-se como o registo mais visceral e íntimo de todo o percurso de Tiago Nacarato, nascendo da premissa de que ninguém atravessa a vida sem feridas e oferecendo, através da escrita, um refúgio de resistência para as inevitáveis perguntas existenciais”, conta o comunicado de imprensa.
"'Não Sabia o Desamor" apresenta-se como um trabalho acústico onde a canção assume o papel central. A identidade sonora constrói-se em torno de duas guitarras, coros femininos e uma interpretação vocal íntima, criando uma atmosfera orgânica e envolvente”, continua a nota de imprensa. “Cantado em português, o álbum posiciona-se entre o folk contemporâneo e a música popular portuguesa, propondo uma leitura sensível e atual da tradição musical, com potencial de alcance tanto nacional como internacional. No período atual em que nos encontramos, marcado pela rapidez, Tiago Nacarato pretende elogiar a lentidão e a escuta, convidando o público a envolver-se num espaço de introspeção onde a vulnerabilidade se transforma em canção.”
É também neste disco que Tiago Nacarato assume o papel de produtor principal na produção integral do disco, “afirmando a sua visão artística num registo minimalista onde a palavra detém o protagonismo absoluto.”
O novo álbum de Nacarato conta com colaborações com outros artistas como Luísa Sobral, Luís Trigacheiro, Picas, Milhanas e Beu Golim. Eduardo Cardinho e João Luzia, bem como a harpista Rita Rocha fazem parte do elenco de músicos.
Tiago Nacarato vai celebrar 10 anos de carreira com concertos já anunciados para janeiro de 2027. A 23 de janeiro, o músico atua no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, e a 30 de janeiro, no Coliseu do Porto.
“Nestes espetáculos, o cantautor propõe uma imersão pelas fragilidades da condição humana, explorando as emoções que nos definem perante a perda, desilusão e as incontornáveis inquietações existenciais. No alinhamento, os novos temas cruzam-se com as composições mais emblemáticas da sua discografia, criando um diálogo poético entre o passado e o presente. Através de uma estética sonora minimalista e delicada, as canções deixam de ser apenas composições e surgem como lugares de refúgio e reconstrução, onde a palavra ocupa o papel central”, refere ainda o comunicado que chegou à redação.
