Trabalhadores do CCB "em choque" com a exoneração da Presidente

A Comissão de Trabalhadores fala num "CCB que fica mais pequeno com a saída" de Francisca Carneiro Fernandes.

A Comissão de Trabalhadores do Centro Cultural de Belém lamenta a exoneração de Francisca Carneiro Fernandes que vai ser substituida na presidencia do CCB pelo historiador Nuno Vassalo e Silva. Tito Bouças, Presidente da Comissão de Trabalhadores (CT), salienta que “ninguém estava à espera que viesse ter este desfecho ao final do ano, porque está ali um ano de trabalho”.

Tito Bouças: "Em choque depois de um ano de muito trabalho"

A mudança foi um “choque” para as equipas, num ano “excepcional e de partilha permanente” com Francisca Carneiro Fernandes na liderança.  Em nome da CT, destaca “uma abertura muito grande” que foi dado pela Presidência para tratar “problemas que pendentes, que eram necessários de resolver” para “que existisse um CCB melhor e uma estrutura melhor”.  través de “uma abertura muito grande” para encontrar as soluções . 

Tito Bouças destaca que “as casas e o  CCB são as pessoas que as fazem”. Durante o ano de mandato, Francisca Carneiro Fernandes deixou um espaço para “diálogo permanente entre a própria Presidente e os trabalhadores”, que não era “de fachada e de fantasia”, mas sim “uma porta sempre aberta”.

Numa carta da CT a que a redação teve acesso, lamentam as “constantes mudanças nas administrações, por razões meramente políticas” e destacam que “são altamente prejudiciais para o funcionamento e estabilidade da instituição”. A Comissão de Trabalhadores fala num "CCB que fica mais pequeno com a saída" de Francisca Carneiro Fernandes.