Troço do IP3 entre os nós de Penacova e Miro reabre na sexta-feira

O troço municipal da Nacional 2 que esteve encerrado no período em que decorreram os trabalhos no IP3, vai ser também reaberto à circulação automóvel.

O troço do Itinerário Principal 3 (IP3) que estava cortado ao trânsito entre os nós de Penacova e de Miro reabre na tarde de sexta-feira, depois de três semanas de trabalhos naquela via, afirmou hoje a Infraestruturas de Portugal (IP).

Na tarde de sexta-feira o troço do IP3 será reaberto ao trânsito, após a conclusão dos trabalhos de "desmonte de blocos de pedra de grandes dimensões, que decorreram ao longo das última três semanas, e garantida a reposição das condições de segurança", referiu a IP, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

Segundo a entidade responsável, a circulação rodoviária será aberta em ambos os sentidos do referido troço do IP3.

"Esta intervenção de elevada complexidade técnica decorreu no âmbito da empreitada geral de estabilização do talude e da reabilitação da plataforma rodoviária do IP3, tendo obrigado à implementação do corte total do trânsito de modo a permitir uma rápida execução da obra e garantir as melhores condições de segurança", salientou a IP.

Face aos trabalhos da empreitada, o troço municipal da Estrada Nacional 2, "situado na zona adjacente inferior ao IP3 neste local, esteve encerrado no período em que decorreram estes trabalhos" e será também agora reaberto à circulação automóvel, esclareceu.

Os trabalhos de estabilização do restante talude vão continuar a decorrer, "sendo por esta razão necessário manter o condicionamento de trânsito com redução de largura de via e limitação de velocidade entre os quilómetros 62,850 e 63,750, no sentido Coimbra-Viseu", acrescentou.

"A concretização destes trabalhos garante um importante reforço dos níveis de serviço da infraestrutura rodoviária, disponibilizando aos milhares de automobilistas que diariamente percorrem o IP3 uma estrada promotora de uma mobilidade mais segura", frisou a IP.

Em fevereiro de 2021, o ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, garantiu que, apesar de alguns atrasos nas obras, “não há nenhuma razão” para que a obra não fique concluída em 2024, como previsto.