Trump prevê que Taylor Swift "vai pagar o preço" por apoiar Kamala Harris

Candidato republicano reagiu na Fox News ao recente post da cantora norte-americana.

O candidato presidencial Donald Trump já reagiu ao recente anúncio de apoio de Taylor Swift à candidata republicana Kamala Harris e declarou na Fox News que, com a afirmação de tendência de voto, a estrela pop “vai pagar um preço no mercado”.

Trump dá a entender que já estava à espera desta declaração de voto de Taylor Swift, “era apenas uma questão de tempo”, atendendo ao passado interventivo da artista: “ela sempre foi uma pessoa muito liberal, apoiava os democratas”. Mas Donald Trump não resiste a dar uma alfinetada: “nunca poderia apoiar [Joe] Biden, basta olhar para ele, não dá para apoiá-lo”. Joe Biden optou por desistir da corrida presidencial nos Estados Unidos, substituído pela atual Vice-Presidente, Kamala Harris.

A artista norte-americana Taylor Swift anunciou publicamente, nas redes sociais, o seu apoio a Kamala Harris para Presidente dos Estados Unidos, logo após o debate presidencial entre a política democrata e o republicano Donald Trump, ocorrido na cadeia televisiva da ABC.

Swift apresenta algumas razões para o seu sentido de voto em Kamala Harris e Tim Waltz (candidato a Vice-Presidente). Para a cantora, Kamala Harris “luta pelos direitos e causas em que acredito, preciso de uma guerreira para os defender.  Acho-a uma predestinada para líder competente e penso que podemos alcançar muitas coisas mais neste país, se formos comandados pela calma e não pelo caos”.

Para Taylor Swift, outras das variáveis prendem-se com a atitude inclusiva de Harris nas questões das comunidades LGBTQ+ e com o direito à interrupção voluntária da gravidez.

Taylor Swift termina com as especulações sobre a sua intenção de voto, após um longo silêncio. A cantora também clarifica a “desinformação” criada pela tecnologia da Inteligência Artificial, que a colocou “falsamente a apoiar Donald Trump”, político que muito criticou há poucos anos.

Taylor Swift preocupou-se também com os novos eleitores que ainda não se recensearam, desafiando-os a registarem-se e votarem cedo no dia 5 de novembro, o dia do sufrágio universal das Presidenciais.