Freddie Mercury faria hoje 75 anos
Vocalista dos Queen nasceu a 5 de Setembro de 1946. Morreu de sida em 1991.
O malogrado vocalista dos Queen, Freddie Mercury, faria hoje 75 anos se fosse vivo. Nascido a 5 de setembro de 1946 em Stone Town (na atual Tanzânia), o cantor tornou-se um dos performers mais carismáticos da história do rock, conhecido pelo seu carisma em palco.
Extravagante ao vivo e de vida sexual perigosa, Freddie Mercury era bastante recolhido a nível de vida social mais pública. O rocker não resistiu aos malefícios da sida que o vitimou, com uma debilitação progressiva que se foi verificando desde o diagnóstico em 1987 à sua morte a 24 de novembro de 1991.
Recordamos em baixo dez dos momentos altos da sua bem sucedida carreira, sobretudo graças aos Queen. Os temas escolhidos são todos da sua assinatura.
1975 - Bohemian Rhapsody
A composição mais famosa de sempre de Freddie Mercury, de grandiosidade operática e que permitiu aos Queen furar irreversivelmente no estrelato.
1976 - Somebody To Love
Outra música saída da cabeça de Mercury com um fraquinho pela ópera. Uma das mais célebres dos Queen dos anos 70.
1977 – We Are The Champions
Quando Freddie Mercury escreveu esta canção, decerto não imaginaria que se tornasse um hino para sempre apegado a qualquer celebração de vitória futebolística, incluindo a festa do título europeu pela nossa seleção, em 2016.
1978 - Don't Stop Me Now
Outro grande clássico dos Queen dos anos 70 da área autoral de Mercury. Em 1978, já era um êxito. Há alguns anos, a canção ganhou uma nova vida em Portugal graças à forte campanha publicitária da NOS.
1979 - Crazy Little Thing Called Love
Freddie Mercury em versão oldie no tema mais à Elvis dos Queen.
1985 - Rock in Rio
Presença dupla dos Queen na primeira edição do Rock in Rio, diante de uma multidão histórica de meio milhão de pessoas.
1985 - Live Aid
Para muitas listagens, uma das melhores atuações de sempre da história do rock. Foram 24 minutos com vários êxitos sabiamente ligados em pleno Estádio de Wembley e para uma audiência recorde de quase dois biliões de telespectadores.
Artigo atualizado - inicialmente publicado pelo jornalista Gonçalo Palma, em 2016.
