Último período de aulas começa com nova greve de professores

As escolas do distrito do Porto marcam o início de mais uma ronda de paralisações distritais

O início do terceiro período de aulas, na segunda-feira, é marcado por mais uma paralisação de professores, que agora realizam mais uma greve distrital sem marcação de serviços mínimos.

Na segunda-feira, as escolas do distrito do Porto marcam o início de mais uma ronda de paralisações distritais que terminam a 12 de maio em Lisboa, para exigir a recuperação plena do tempo de serviço que esteve congelado e a eliminação das quotas e vagas de acesso ao 5.º e 7.º escalões.

A paralisação - que vai percorrer após o Porto vai correr os distritos por ordem alfabética inversa, de Viseu a Aveiro, - volta a ser o protesto escolhido pela plataforma de nove estruturas sindicais de professores, da qual faz parte a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e a Federação Nacional da Educação (FNE). 

No final desta semana, o secretário-geral Fenprof defendeu que as propostas da tutela para a correção de assimetrias decorrentes do congelamento do tempo de serviço deixariam de fora mais docentes do que as organizações sindicais previam.

A proposta da tutela define um conjunto de medidas com impacto na progressão na carreira dos docentes em funções desde 30 de agosto de 2005, ou seja, que passaram pelos dois períodos de congelamento do tempo de serviço.