JMJ: Cartaz contra abusos sexuais na Igreja retirado em Algés
Os cartazes espalhados por Lisboa, Loures e Algés representam cada uma das vítimas de abusos sexuais na Igreja portuguesa.
Pelo menos um dos cartazes a denunciar os abusos sexuais a crianças na Igreja portuguesa foi removido esta quarta-feira, em Algés.
Uma das promotoras dos cartazes, Telma Tavares, denunciou na rede X (ex-Twitter) aquilo a que chama de "censura em Algés, após quase 50 anos do 25 de abril".
Os cartazes espalhados por Lisboa, Loures e Algés representam cada uma das vítimas de abusos sexuais na Igreja portuguesa.
Censura em Algés, após quase 50 anos do 25 de abril.
— Telma Tavares (@tarantelma) August 2, 2023
Luto pela liberdade de expressão das +4800 vítimas, por um memorial que erguemos para que ninguém se esqueça delas. Não esquecemos.#JMJ #WYD pic.twitter.com/hfO6ATA9Wt
A ideia deste movimento “This is our memorial” (Este é o nosso memorial) nasceu no Twitter e a colocação dos cartazes foi possível graças a uma recolha de fundos.
O último ano e meio na Igreja portuguesa foi marcado pelas suspeitas de casos de abuso que saltaram para o domínio público e que deram origem a uma comissão independente para estudar esses abusos.
