Caiu uma das queixas de abuso sexual contra Marilyn Manson

A alegada vítima, Ashley Morgan Smithline, falhou uma exigência legal do tribunal.

É uma das três queixas de abuso sexual contra Marilyn Manson. A alegada vítima é a modelo Ashley Morgan Smithline, de 36 anos, que em 2021 acusou o músico de abuso sexual, juntando-se às três mulheres que já tinham Brian Warner (nome civil do artista norte-americano) pelo mesmo mesmo crime. De acordo com a imprensa internacional, um juiz de Los Angeles não deu seguimento ao processo depois de a alegada vítima ter falhado o prazo para arranjar advogado ou, caso preferisse, para declarar que representar-se-ia a si própria. Ashley Morgan Smithline chegou a ter advogado mas, em outubro de 2022, o representante da queixosa decidiu abandonar o caso.  

Em junho de 2021, a modelo contou à "People" que além de ter sido violada pelo músico, também foi chicoteada e cortada - acontecimentos que dizia terem ocorrido entre 2010 e 2013. Ashley Morgan Smithline acrescentou à publicação norte-americana que foi vítima de lavagem cerebral e que se sentia "nojenta" por ter estado na situação que descreveu.

Marilyn Manson, de 53 anos, negou as acusações, sublinhado que as interações com as mulheres que o acusam ou não aconteceram ou foram consensuais.  

Brian Warner enfrenta ainda duas acusações de violação. Uma foi feita pela atriz Esmé Bianco e a outra por uma anónima.

Em 2021, Ashley Walters também apresentou uma queixa de exploração sexual, manipulação e abuso psicológico contra o músico, mas o processo foi indeferido. A alegada vítima já apresentou recurso.

As acusações contra o norte-americano ganharam força depois de Evan Rachel Wood, com quem Marilyn Manson manteve uma relação durante alguns anos, ter usado as redes sociais para acusar o músico de abuso sexual, violência doméstica e manipulação durante a relação.

Em 2022, Marilyn Manson anunciou um processo em tribunal por difamação contra Wood.