Futuro da Europa? Summer CEmp termina com optimismo e sem razões "para entrar em pânico" (com vídeo)
Escola de verão da representação portuguesa da Comissão Europeia decorreu na RIbeira Grande, nos Açores, com muitas discussões sobre o futuro da Europa.
A representante da Comissão Europeia (CE) em Portugal está optimista em relação à forma como os 27 estados-membros vão saber dar a volta à crise energética e não só. "Sabemos bem a Europa que queremos, sabemos bem os desafios que temos pela frente mas sabemos bem que a Europa é construída de tempestades e na capacidade de navegar nessas tempestades", aponta Sofia Moreira de Sousa no balanço que fez à Rádio Comercial do Summer CEmp, a escola de verão da representação portuguesa da CE, que este ano saiu do continente e foi até aos Açores, à ilha de São Miguel.
O optimismo foi uma das palavras de ordem destes quatro dias de Summer CEmp, até mesmo por parte de quem tem que assumir a responsabilidade de fazer discursos para a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. A poucos dias do debate sobre o Estado da União, a 14 de setembro, no Parlamento Europeu, Elias Kuhn Von Burgsdorf, um dos convidados da edição deste ano, garantiu que "vamos ficar bem este inverno" e que "não há razão para entrar em pânico" com a crise energética.
Elias Kuhn Von Burgsdorf participou num dos debates do último dia do Summer CEmp 2022 e levou anotada uma série de questões levantadas pelos jovens e endereçadas à presidente da Comissão Europeia. Questões sobre habitação, direitos laborais, de sustentabilidade ambiental e crise energética foram algumas levantadas pelos jovens universitários que tiveram quatro dias intensos sobre o futuro da Europa.
O último dia do Summer CEmp ficou também marcado pelo empreendedorismo, com destaque para o chá Gorreana, o mais antigo da Europa, com uma visita à fábrica.
No vídeo pode ver o resumo do último dia da edição 2022 da escola de verão da representação portuguesa da Comissão Europeia.
Reportagem de Nuno Castilho de Matos, Paulo Alexandre Santos e Jorge Jerónimo na ilha de São Miguel, Açores.
